segunda-feira, 23 de abril de 2007

Komunikadu Imprensa - Lu Olo deklara ninia riku soin pessoal


Francisco Guterres Lu Olo ba Prezidente
“Hau se sai Prezidenti Hosi Povu ba Povu Tomak”


Komunikadu ba Imprensa
23 Abril 2007


Lu Olo deklara ninia riku soin pessoal


Kandidatu ba Prezidente Repúblika, Francisco Guterres “Lu Olo” ohin fo sai deklarasaun ida kona ba ninia riku soin tomak. Deklarasaun nee hatudu momós sá riku soin mak nia iha ohinloron no konfirma mós katak nia la iha negósiu nein ida iha Timor-Leste laran ka iha rai seluk.
Lulo dehan katak importante tebetebes kandidatus sira ne’ebé konkorre ba kargu a’as hanesan Prezidente Repúblika, atu deklara sira nia intereses pekuniárius, katak riku soin tomak hanesan ósan iha banku, rendimentus sed-seda mak hetan husi investimentus privadus iha sira nia naran rasik no tuir intermediárius ne’ebé kaer sira nia negósius ka investimentus.
“Prezidente Republika tenke ema ida ké iha integridade no honestidade a’as liu,” dehan LuOlo.
“Hanesan kandidatus, ami tenke hatudu transparénsia tomak ba ita nia Povu. Tamba nee mak hau fo sai dokumentu ida nee atu reforsa katak Prezidénsia tenke hatudu transparénsia. Hosi surat ida ne’e mak hau tatoli momós katak hau la iha ósan ka investimentus finanseirus ne’ebé bele kompromete hau bainhira hau halao hau nia knaar no responsabilidade núdar Prezidente Repúblika. Hau hakarak kandidatus prezidensiais sira seluk mos halo tuir ida ne’e, ohin no aban bai rua”.
Lu Olo explika katak interese pecuniáriu ne’e interese ida ne’ebé ita bele sukat hanesan osan ka riku soin sira seluk ne’ebé fó folin no bele halo ema riku liu ta’an.
“Prezidente nia responsabilidade bot liu maka halao ninia knaar tuir interese públiku nian. Povu hakarak Prezidente ida ké la hanoin deit atu manan ba nia a’an rasik deit ka ninia interese deit.
“Se ita la ható ba públiku ita nia riku soin rasik, ita bele loke odomatan ba hahalok sala no korrupsaun.”
Lu Olo hatutan: “Iha hau nia vida tomak, hau sempre tau povu Timor-Leste uluk liu buat hotu. Hau sei halo nafatin ida ne’e bainhira hau kaer knaar núdar Prezidente. Sai Prezidenti ba hau nia rai doben, nee onra a’as liu ké hau bele hetan”
“Hau ninia servisu ba Povu to’o ohin loron fo riku soin oituan deit mai hau. Maibé, hau iha orgulhu bot tebe-tebes núdar timor oan ne’ebé serbí Timor oan hotu-hotu. Ne’e deit mak hau presiza.”

Lu Olo ninia deklarasaun ható:
• Nia la iha ósan doit ida iha banku.
• Ninia família iha rai tradisional no uma mak sira nian hela fatin iha Ossú, Viqueque. Nia la iha uma ka rai seluk iha Timor-Leste ka iha rai seluk.
• Nia iha kareta ida marka Toyota Prado, hosi 2000, ho valor estimadu USD5,000
• Nia iha sasan uma laran iha nia uma fatin ofisial, iha Farol, Dili, núdar Prezidente Parlamentu.
• Nia rendimentu mesak ida deit mak nia saláriu hosi nia pozisaun núdar Prezidenti Parlamentu.
• Nia la iha asoens ka interesses iha negósiu no kompañia iha Timor-Leste ka iha rai seluk.
• Nia la iha interesse komersial ka parseirus negósius iha Timor-Leste ka iha rai seluk.
• Nia la iha interesse ruma iha fundu fidusiáriu, fundu reforma nian no pasta investimentus ruma ne’ebé ema seluk mak kaer , iha Timor-Leste ka iha rai seluk.

Hakarak hatene ta’an informasaun, bele dere arame bá:

Harold Moucho (LuOlo nia assessor polítiku) (+670) 723 0048
José Manuel Fernandes (reprezentante Lu Olo nian ba eleisoens) (+670) 734 2174 (Dili)

http://luolobapresidente.blogspot.com, http://luolo.blogspot.com, http://www. timortruth.com

Deklarasaun Interesse pekuniario Husi Francisco Guterres Lu Olo


Favor klik iha imajen atu hare deklarasaun.


Por favor clique na imagem para poder ver a declaracao.


Please click on the image to see the declaration.

Eleições em Timor-Leste: Ainda a lutarem pela independência, por Tim Anderson (Tradução de Margarida)

Eleições em Timor-Leste: Ainda a lutarem pela independência
Por Tim Anderson

‘A independência não é um fim, é o começo da autonomia’ – Kofi Anan, Maio 2002

Representações Australianas nas eleições em Timor-Leste reflectiram os desejos de uma elite. A cobertura das eleições Presidenciais pelos media focou-se quase exclusivamente no candidato pró-Australiano, José Ramos Horta, e em comentários sobre um futuro governo entusiasticamente procurado para uma coligação liderada por Xanana que possa derrubar o corrente parlamento dominado pela Fretili.

O facto de não ter sido traçado a sério o perfil de Francisco (‘Lu Olo’) Guterres, o homem que ganhou a primeira volta das Presidenciais, por nenhum media Australiano devia-nos levar a fazer uma pausa para reflectirmos sobre a qualidade da informação que divulgámos. Ganhar a primeira volta quando tinha como opositor o actual Presidente, o actual Primeiro-Ministro, a hierarquia da igreja católica e a elite Australiana é um grande feito. Mostra que a Fretilin enquanto força para a independência ainda ressoa com muita força no povo Timorense.

Houve bastante especulação nos media sobre possíveis fraudes eleitorais, apontando dedos à Fretilin. Isto foi extraordinário dado o alto nível dos observadores internacionais e a aberta parcialidade anti-Fretilin da autoridade eleitoral. O chefe eleitoral e representante da igreja católica Martinho Gusmão endossou publicamente o líder da oposição Fernando Araújo antes das eleições, depois fez a falsa afirmação de que a votação em Baucau pró-Fretilin tinha sido massivamente sobre-estimada. Observadores da União Europeia desmentiram-no.

Mas quem é Lu Olo? Foi um líder da guerrilha durante todo o periodo da resistência, Presidente do Parlamento durante mais de cinco anos e mantém-se como um leal membro da Fretilin. Mari Alkatiri, o antigo Primeiro-Ministro ultrajado pelos media Australianos, é ainda Secretário-Geral do partido. Assim, enquanto a tentativa de golpe de Estado e a intervenção estrangeira sem dúvida abanaram a confiança na Fretilin, a primeira volta demonstrou que nenhum outro partido em Timor-Leste sequer se aproxima do seu apoio.

Lembrem-se que se formou uma espécie de aliança na altura da primeira eleição Presidencial em Abril de 2002, quando a Fretilin concordou em apoiar Xanana Gusmão, desde que ele concorresse como independente. A única oposição a Xanana veio de Francisco Xavier do Amaral da ASDT (Associação Social Democrata Timorense). A Fretilin já tinha ganho uma maioria absoluta nas eleições em Agosto de 2001 para a assembleia constituinte que se tornaram o primeiro parlamento da nação.

Anterior à crise de 2006, um feito político maior foi a efectiva combinação da visão estratégica da Fretilin de Alkatiri, o carisma de Xanana e a diplomacia de Ramos Horta. Apesar de um pequeno orçamento (aumentou em 2007, com os rendimentos do petróleo) começaram as instituições de um Estado moderno, expandiram a educação, reabilitaram os seus campos de arroz, desenvolveram um programa de saúde muito importante e recuperaram vários biliões de dólares em rendimentos do petróleo e do gás das garras dos Governo Howard.

Alkatiri atraiu a maioria da hostilidade Australiana, particularmente por causa das negociações prolongadas sobre o petróleo e o gás. Ramos Horta era o elo fraco. Detalhei noutros escritos (Timor-Leste: a segunda intervenção Australiana) como ele tentou três compromissos, qualquer um dos quais teria agradado a Howard e a Downer mas que resultava em menos rendimentos para o seu país. Não admira que tenha emergido como o favorito dos Australianos.

Xanana manteve uma indiferença das políticas partidárias, uma postura que ajudou ao seu projecto político maior da reconciliação. Perdoou aos generais Indonésios (apesar da falta de arrependimento destes) e tentou reintegrar antigos membros das milícias nas comunidades locais.

Contudo esta indiferença evaporou-se na crise, visto que indirectamente Xanana apoiou o líder do golpe de Estado Alfredo Reinado e atacou ferozmente a Fretilin. Como Presidente pediu a resignação de Mari Alkatiri, usando um vídeo com uma cópia de um programa nefando da ABC que se baseava na palavra de um aliado de Reinado para acusar Alkatiri de armar um ‘esquadrão de ataque’ para matar os seus opositores políticos, e de já ter assassinado uma série deles. Uma investigação da ONU à crise (Relatório da Comissão Especial Independente de Inquérito da ONU para Timor-Leste’) mais tarde desacreditou esta história.

Contudo, os media Australianos, agarram-se à teoria do ‘esquadrão de ataque’, ganhando algum conforto com a acusação do antigo ministro do Interior e aliado de Alkatiri, Rogério Lobato pelo crime de distribuir armas da polícia a civis. Lobato, recorrendo da acusação, mantém que esses actos foram justificados durante a tentativa de golpe de Estado, quando a força da polícia se desintegrou.

Com o líder do golpe de Estado ainda a monte, mas aparentemente já não mais considerado uma vantagem política ou uma ameaça quer para Xanana quer para os Australianos, as políticas de Timor-Leste parecem ter regressado a uma base de certa forma mais ‘normal’. Mas é um processo político bastante mal-tratado pela violência, deslocamentos e desconfiança.

Ramos Horta pode ainda ganhar a Presidência a Lu Olo na segunda volta. Contudo isto depende mais da percepção dos eleitores do que da habilidade dos pequenos partidos da oposição em canalizar ‘blocos’ de votos, como num sistema partidário baseado em classes. Ramos Horta tem reconhecimento internacional mas Lu Olo é o candidato das ‘bases’. Muitos dos epítetos atirados contra Mari Alkatiri – que era arrogante e que esteve no exílio durante a luta – aplicam-se agora a Ramos Horta, não a Lu Olo. Em qualquer caso, uma Presidência de Ramos Horta seria um obstáculo importante a um Governo liderado pela Fretilin. Os Timorenses estão habituados a ter uma figura de proa, um Presidente não-Fretilin e um Governo Fretilin.

O salto de Xanana Gusmao da Presidência para a política partidária é um caminho muito mais incerto. O seu papel na crise e a sua aberta hostilidade anti-Fretilin hostility danificou a sua própria posição, bem como a da Fretilin. Depois do seu apoio passivo ao golpe de Estado, muita da liderança das forças armadas não confiam nele. A sua tentativa de recriar uma coligação ‘CNRT’, usando a sigla da coligação anterior que incluía a Fretilin, é uma jogada que depende de juntar uma série de pequenos partidos cujo único tema comum é a oposição à Fretilin.

Por um lado, a Fretilin sofreria da sua aparente incapacidade de garantir a estabilidade e das tentativas persistentes de culpar o governo pelo golpe de Estado. A Fretilin pode não ser capaz de reganhar a maioria absoluta parlamentar que teve desde 2001. Por outro lado, a primeira volta das Presidenciais diz-nos que a Fretilin é ainda a maior força política no país. Os seus votos podem exceder os 40% nas eleições parlamentares. A competição será entre uma coligação liderada pela Fretilin e uma coligação menos coerente liderada por Xanana.

Personalidades aparte, nem Xanana nem Ramos Horta oferecem uma estratégia alternativa à Fretilin. Obviamente, ambos participaram em muitas das campanhas lideradas pelo Governo da Fretilin, incluindo aquelas que procuraram trazer novos parceiros para o desenvolvimento (ex. China para o petróleo e gás e Cuba para a saúde). Emergiram algumas diferenças. Ramos Horta tem dito que favorece ‘maiores privilégios’ para investidores estrangeiros, e recentemente propôs uma redução radical nas taxas e impostos para os negócios. Contudo, isto aumentaria a dependência do governo nos rendimentos do petróleo e do gás. Uma sugestão recente de Xanana foi a de romper com a saída controlado dos rendimentos do Fundo do Petróleo. Assim a principal política de partida de uma coligação liderada por Ramos Horta-Xanana parece ser gastar a riqueza do petróleo muito mais rapidamente.

A Fretilin, pelo seu lado, tem um grupo de Ministros com experiência, incluindo o Vice-Primeiro-Ministro Estanislau da Silva, várias ministras de topo incluindo Maria Boavida e Ana Pessoa, uma forte máquina partidária, militância extensiva e tem mostrado as suas capacidades na construção de coligações. Mesmo com uma maioria absoluta parlamentar, a Fretilin recrutou deputados independentes, tais como o Ministro da Saúde (agora Vice-PM) Rui Araújo, a Ministra das Finanças Fernanda Borges, o Ministro da Educação Armindo Maia, o Ministro do Trabalho Arsénio Bano e o Ministro dos Estrangeiros José Ramos Horta para o Governo.

Um governo de coligação liderado pela Fretilin parece por isso vir a ser o resultado mais provável das eleições parlamentares que se aproximam do que uma coligação liderada por Xanana. É também possível o regresso de Mari Alkatiri como Primeiro-Ministro. Apenas não está ainda claro como é que a constelação de forças que depôs Alkatiri reagirá a isto. Levantaram-se expectativas com a intervenção e o golpe de Estado anti-Fretilin. Em particular, parece improvável que Xanana imagine que está a trocar a sua Presidência com o tornar-se o líder da oposição.

domingo, 22 de abril de 2007

Media Release - Lu’Olo: “Youth of Timor-Leste, This is Your Time”

Francisco Guterres “Lu Olo” for President
“I shall be a President of all and for all”

Media release
22 April 2007

Lu’Olo: “Youth of Timor-Leste, This is Your Time”

“The yearly Cruz Juventude gathering in Los Palos with youth from all over the country is a wonderful example of young people coming together in peace and harmony, to celebrate their faith and values,” said FRETILIN President and Presidential candidate, Francisco ‘Lu’Olo’ Gutteres, speaking today in Dili. “It is also an opportunity for our country to acknowledge the great contribution that our youth make to our independence.

The constitution of Timor-Leste guarantees the rights of youth, as equal citizens of the country. In Timor-Leste, youth have a right to contribute to social and political development.

Accordng to Lu’Olo. “Youth have rights to share in the peace and prosperity of our country, not just in the future, but now, today.”

Lu’Olo spoke also of his own experiences. “I am personally indebted to the youth of this country”, he said. “When we were fighting in the mountains, it was the youth in the cities and the villages who helped us and supported us. Without the youth, there would be no independence.”

“We need to work together now, again, to overcome the crisis that has befallen our nation. Many young men and young women are now in leadership roles, helping to build their communities, our nation. Young people are involved in peacebuilding, in education, in health, in community development.”

Lu’Olo went on to make a specific commitment to take action on youth issues:

“As President, I commit to be the advocate of youth. I will give youth a central place in my presidency, by establishing a national non-partisan and inclusive Office for Youth Advocacy, staffed by young people. I will engage in regular dialogue with youth and youth organisations, and help them engage with government and religious confessions and non-government organisations. Already I have been an advocate with the government for the establishment of youth parliaments in the schools. As President, I will continue to support youth to mobilise their capacities now, to build the nation.”

When asked about the needs of youth in Dili, Lu’olo said:

“Too many people have blamed the youth for the violence and the crisis. I do not agree with this. Youth come to Dili with high expectations. Too often, they are disappointed. But most young people are doing excellent work, supporting their families, studying, helping their communities. We need to respect our young people, listen to them, and work with them as they find their own solutions to the problems they face.”

Lu’Olo said that he is already talking with youth and students about their visions and needs.

“I have heard youth and students tell me some of the things they want,” he said. “Youth want opportunities for long distance education in their own districts, instead of having to travel to Dili. They want Youth Resource Centres in the districts. They want help to develop their own peace and security initiatives, to do training, to learn computers, and to organise sports and cultural festivals. Youth want to work with women and farmers in rural areas, to establish co-operatives and livelihood projects. I know youth who are already doing these things now, and I undertake to support them to broaden and strengthen these initiatives. Youth in the districts want to be part of the modern world, and they have a right to it without being forced to leave their homes. I do not agree that quick-fix schemes like building dormitories for students in Dili are the answer.”

Lu’Olo concluded with a direct appeal to the youth:

“Youth have always played a central role in our struggle for independence. I say this to our youth: This is your time. Let us all continue to work together for the future of our country.”



For more information contact:
Harold Moucho (Lu Olo’s political adviser) (+670) 723 0048 (Dili)
Jose Manuel Fernandes (Lu Olo’s official election representative) (+670) 734 2174 (Dili)

http://www.luolobapresidente.blogspot.com, http://luolo.blogspot.com, http://www.timortruth.com

Comunicado de Imprensa - Lu Olo: “Juventude de Timor-Leste, esta é a vossa hora."


Francisco Guterres Lu Olo a Presidente
“Serei Presidente de todos e para todos”

Comunicado de Imprensa
22 de Abril de 2007

Lu Olo: “Juventude de Timor-Leste, esta é a vossa hora."


“O encontro Cruz Jovem, em Los Palos, com jovens de todo o pais é uma exemplo maravilhoso de jovens que se juntam em paz e harmonia, para celebrar a sua fé e os seus valores, " disse hoje o Presidente da FRETILIN e candidato presidencial, Francisco Guterres "Lu Olo", em Dili. "Esta é também uma oportunidade para o nosso país reconhecer a enorme contribuição que a nossa juventude deu para alcançar a nossa independência.

A constituição de Timor-Leste guarante os direitos da Juventude, como cidadãos dos paæis. Em Timor-Leste, a juventude tem o direito de contribuir para o desenvolvimento social e político.

De acordo com Lu Olo, "a Juventude tem direitos de partilha da paz e prosperidade do paæis, não só no futuro, mas sim também nos dias de hoje, agora."

Lu Olo falou também das suas próprias experiências, "Eu estou pesssoalmente em dívida para com a juventude deste país", disse ele. "Enquanto estivemos a lutar nas montanhas, foi a juventude nas cidades e nas vilas que nos ajudaram e apoiaram. Sem a juventude não teriamos independência."

"Nós precisamos trabalhar em conjunto, novamente, para ultrapassar esta crise que caiu sobre a nossa nação. Muitos jovens estão agora em lugares de liderança, ajudando na construção das suas comunidades, da nossa nação. Jovens estão envolvidos na construçnao da paz, na educação, na saúde, no desenvolvimento comunitário."

Lu Olo comprometeu-se especificamente em agir sobre os problemas da juventude:

"Como Presidente, eu comprometo-me a defendeder a juventude. A juventude terá um lugar central na minha presidência, estabelecendo um Gabinete para Defesa da Juventude, nacional, apartidário e inclusivo, com funcionários jovens. Eu terei diálogos regulares com a juventude e organizações da juventude, e ajudarei para que eles possam trabalhar com o governo, confissões religiosas e oraganizações não-governamentais. Eu já tenho defendido, juntamente com o governo, para o estabelecimento de assembleias de jovens nas escolas. Como Presidente, continuarei a apoiar a juventive para mobilizar as suas actuais capacidades, para construir a nação."

Quando questionado sobre as necessidades da juventude em Dili, Lu Olo respondeu:

"Muitas pessoas têm culpado a juventude pela violência e pela crise. Eu não concordo com isso. Os jovens vem para Dili com elevadas expectativas. Muitas vezes, são desapontados. Mas, a maioria destes jovens estão a fazer um excelente trabalho, apoiando as suas famílias, estudando, ajudando as suas comunidades. Nós precisamos respeitar os nossos jovens, escutá-los, e trabalhar em conjunto com eles para que possam encontras as soluções para os problemas que enfrentam.

Lu Olo disse que tem tido diálogos com jovens e estudantes sobre as suas visões e necessidades.

"Eu ouvi jovens e estudantes dizerem algumas das coisas que eles querem," disse Lu Olo, "A juventude quer oportunidades para educações à longa distãncia, nos seus próprios distritos, em vez de terem que deslocar-se a Dili. Eles querem Centros de Juventude nos distritos. Eles querem ajuda para desenvolverem as suas própria iniciativas de paz e segurança, para treinamentos, para aprenderem sobre computadores, e para organizarem festivais desportivos e culturais. A Juventude quer trabalhar com mulheres e agricultores nas áreas rurais, para estabelecer cooperativas e projectos de subsistência. Eu conheço jovens que já estão a fazer todas essas coisas, neste momento, e eu procuro apoiá-los para que desenvolvam e reinforcem as suas iniciativas. A juventude nos distritos qurem fazer parte do mundo moderno, e têm o direito a tal sem serem forçados a deixar as suas casas. Eu não concordo com os esquemas de emenda, como construção de lares estudantis em Dili, sejam a solução."

Lu Olo concluiu com um apelo directo à juventude:

"A juventude tem sempre desempenhado um papel central na nossa luta pela independência. O que eu tenho a dizer à juventude é: Este é a vossa hora. Vamos todos continuar a trabalhar em conjunto para o futuro do nosso país."


Para mais informações, contacte:
Harold Moucho (Assessor Político de Lu Olo) (+670) 723 0048 (Dili)
Jose Manuel Fernandes (Representante Oficial de Lu Olo para as Eleições) (+670) 734 2174 (Dili)http://www.luolobapresidente.blogspot.com/, http://luolo.blogspot.com/, http://www.timortruth.com/

Komunikadu Imprensa - Lu’Olo: “Juventude Timor-Leste nian, Imi nia tempu mak ne’e!”


Francisco Guterres "Lu Olo" ba Prezidente


Komunikadu ba Imprensa
Domingu 22 Abril 2007

Lu’Olo: “Juventude Timor-Leste nian, Imi nia tempu mak ne’e!”

Kandidatu Prezidensial Francisco Gutrres “Lu Olo” ohin ható ninia komprimisu atu harii Gabinete Apoio Juventude se nia eleito Prezidente Republik, nunee Juventude bele fo Kontribuisaun bot liu ba governasaun Timor-Leste nian.

“Hau se fo Juventude sira hau nia atensaun makás no fo ba sira fatin bot liu iha hau nia Prezidensia se hau mak eleito Prezidente Republika. Hau se harii Gabinete Nasional ba Apoiu Juventude, ne’ebe la’os partidáriu, maibé, inclusivu, ne’ebé Jovens sira rasik maka kaer servisu iha laran.”

LuOlo kolian liafuan nee iha Dili bainhira nia ható ninia saudasoens ba Jovens sira mak foun dadau halibur iha Lospalos ba sorumutu Cruz Joven. “Sorumotu tin’tinan Cruz Juventude iha Lospalos ne’ebé halibur jovens hosi Timor-Leste tomak fó exemplu furak ida ba juventude tamba sira hamutuk ho dame no fó laran ba malu, halo selebrasaun ba sira nia fiar no valores,”dehan Lu’Olo.

“ Ida nee oportunidade ba ita nia nasaun atu rekoñese kontribuisaun bot ne’ebé juventude fó ba ita nia independénsia. Juventude iha ona direitu atu hetan moos dame no prosperidade iha ita nia rain , laos deit aban bai rua, maibé, oras nee, ohin kedas.”

Konstituisaun Timor-Leste nian fó garantia ba direitus jovens sira nian, hanesan sidadaun sira seluk. Iha Timor-Leste, jovens hotu-hotu iha direitu fo sira nia kontribuisaun ba desenvolvimentu sosial no politiku nasaun nian.

Lu’Olo koalia mos kona ba nia experiénsia rasik. “Hau rasik iha tusan ida ké bot hó Juventude iha ita nia rain”, nia dehan. “Bainhira ami funu hela iha foho, jovens sira hela iha sidades no aldeias mak fo tulun no apoiu ba ami. Se laiha jovens sira nee, ita la hetan ukun rasik a’an.”

“Ita presiza servisu hamutuk oras ne’e, bei’beik, atu hakotu krize ne’ebé mosu iha ita nia rain. Jovens barak, mane no feto, mak oras nee halao knaar lideransa nian, fó sira nia tulun ba haburas sira nia komunidade, ita nia nasaun. Juventude sira envolve a’an ba haríi dame, edukasaun, saúde, iha dezenvolvimentu komunitáriu.”

Nudar Przidente hau se fo apoio makas no sai poromoter bot ba Juventude. “Hau se halao bei’beik dialogu ho juventude no organizasoens juventude nian, no fo tulun ba sira ba servisu hamutuk ho governu, konfisoens relijiosas no ONG sira. Hau ho governu halo dadaun esforsu ba harii parlamentu juventude nian iha eskolas.”

LuOlo hato’o katak ema barak tebe-tebes mak fo sala ba jovens sira kona ba violénsia no krize iha Dili laran. “Hau la konkorda ho ida nee. Jovens sira mai Dili ho expectativas boot. Dala barak, sira laran taridu tamba la hetan buat ne’ebé sira buka . Maibé, jovens barak mak halao dadaun servisu diak tebe-tebes, sira fó apoiu ba sira nia famílias, sira estuda no fo tulun ba komunidades sira nian. Ita tenke respeita jovens sira, sé tilun ba sira, no servisu hamutuk ho sira bainhira sira buka dadaun solusaun ba sira nia problemas”.

Lu Olo dehan katak nia koalia ona ho jovens no estudantes sira kona ba sira nia vizaun no nesesidades: “Jovens hatete mai hau katak sira hakarak oportunidade atu hetan edukasaun iha sira nia distritu rasik, la presiza mai sidade Dili atu estuda (iha Bahasa Malaiu bolu “Pendidikan Jarak Jauh”). Sira hakarak Estadu harii Sentru Rekursus Juventude nian iha distritus. Sira hakarak tulun atu bele dezenvolve sira nia inisiativas rasik ba harii dame no seguransa iha sira nia fatin, fó formasaun, aprende komputador, no organiza desportu no festas kulturais.”

“Jovens sira hakarak servisu ho feto sira no agrikultor sira iha áreas rurais, harii kooperativas no projetu selu-seluk atu hetan buat ruma ba sira nia moris. Hau rasik koñese jovens barak mak halo dadaun buat balun nee ona, no hau promete fo apoio atu sira bele halao sira nia inisiativas barak liu tan no makas liu tan. Juventude iha distritus hakarak halo parte mundu modernu, sira iha direitu hetan ida nee, maibé , hela nafatin iha sira nia uma. Hau la simu hanoin hanesan harii dormitórius ba estudantes iha Dili. Nee la’os solusaun lo’los ba sira nia nesesidades no hakarak.”

Lu Olo ramata ho apelu diretu ba jovens sira:

“Juventude sira mak ita nia asu uain iha ita nia luta ba independénsia. Hau hatete ba jovens sira: Juventude. Hau hahú kontribui ba ita nia luta bainhira hau sei klosan. Hau aprende ho maun no bin sira, liu liu ho Vicente Reis, Sahe, ne’ebé sai hau nia mata dalan iha tempu ne’eba. Hau aprende ho sira halao ita nia luta libertasaun. Iha tinan lima nia laran, ita kaer kuda talin ita nia rain nian. Ita hetan susesu barak, maibé, iha moos problemas barak. Hotu-hotu tenke buka solusaun ba prolemas hirak ne’e. Imi nia tempu mak ne’e! Mai ita servisu hamutuk nafatin ba futuru ita nia rai doben nian.”


For more information contact:
Harold Moucho (Lu Olo’s political adviser) (+670) 723 0048 (Dili)
Jose Manuel Fernandes (Lu Olo’s official election representative) (+670) 734 2174 (Dili)

http://www.luolobapresidente.blogspot.com, http://luolo.blogspot.com, http://www.timortruth.com




Komunikadu imprensa

22 Abril 2007





Atu hatene ta'an informasaun, bele dere arame ba:

Harold Moucho (Lu Olo ninia konselleiru polítiku) (+670) 723 0048 (Dili)

José Manuel Fernandes (Reprezentante ofisial Lu Olo nian ba eleisoens) (+670) 734 2174 (Dili)

http://www.luolobapresidente.blogspot.com , http://luolo.blogspot.com, http://www.timortruth.com

Still Struggling for Independence: elections in Timor Leste - by TIm Anderson

Still Struggling for Independence: elections in Timor Leste
By Tim Anderson


‘Independence is not an end, it is the beginning of self rule’ – Kofi Anan, May 2002


Australian representations of elections in Timor Leste have reflected the wishful thinking of an elite. Media coverage of the Presidential elections focused almost exclusively on the pro-Australian candidate, Jose Ramos Horta, and commentaries over a future government keenly search for a Xanana-led coalition that might upset the currently Fretilin dominated parliament.

The fact that Francisco (‘Lu Olo’) Guterres, the man who won the first Presidential round, was not seriously profiled by any Australian media outlet should give us pause to reflect on the quality of information provided. To win the first round while opposed by the incumbent President, the incumbent Prime Minster, the hierarchy of the Catholic Church and the Australian elite is quite an achievement. It shows that Fretilin as a force for independence still resonates strongly with the East Timorese people.

There was a great deal of media speculation over possible election fraud, pointing a finger at Fretilin. This was remarkable given the high level of international observers and the open anti-Fretilin bias of the electoral authority. Electoral chief and Catholic Church representative Martinho Gusmao publicly endorsed opposition leader Fernando Araujo before the election, then made a false claim that votes in pro-Fretilin Baucau were massively over-subscribed. European Union observers contradicted him.

What of Lu Olo? He was a guerilla leader for the entire resistance period, Speaker of Parliament for over five years and remains a loyal member of Fretilin. Mari Alkatiri, the former Prime Minister reviled by the Australian media, is still General Secretary of the party. So while the coup attempt and foreign intervention have undoubtedly shaken confidence in Fretilin, the first round has demonstrated that no other party in Timor Leste has anything close to its support.

Recall that an alliance of sorts was formed at the time of the first Presidential election of April 2002, where Fretilin agreed to support Xanana Gusmao, provided that he ran as an independent. Xanana’s only opposition was Francisco Xavier do Amaral from the ASDT (Timorese Social Democratic Association). Fretilin had already gained an outright majority in the August 2001 elections for a constituent assembly, which went on to become the nation’s first parliament.

Prior to the 2006 crisis, a major political achievement was the effective combination of the strategic vision of Alkatiri’s Fretilin, the charisma of Xanana and the diplomacy of Ramos Horta. Despite a tiny budget (increasing in 2007, with oil revenue) they began the institutions of a modern state, expanded education, rehabilitated their rice fields, developed a major health program and clawed back several billion dollars in oil and gas revenue from the Howard Government.

Alkatiri attracted most Australian hostility, particularly over the protracted oil and gas talks. Ramos Horta was the weak link. I have detailed elsewhere (Timor Leste: the Second Australian Intervention) how he attempted three compromises, all of which would have pleased Howard and Downer but resulted in less revenue for his country. Little wonder he emerged as the Australian favorite.

Xanana maintained an aloofness from party politics, a stance which aided his major political project of reconciliation. He forgave the Indonesian generals (despite a lack of repentance on their side) and attempted to reintegrate former militia members into local communities.

However this aloofness evaporated in the crisis, as Xanana indirectly supported coup leader Alfredo Reinado and bitterly attacked Fretilin. As President he demanded the resignation of Mari Alkatiri, using a video copy of a notorious ABC program which had relied on the word of one of Reinado’s allies to accuse Alkatiri of arming a ‘hit squad’ to kill his political opponents, and of having already murdered a number of them. A UN investigation into the crisis (‘Report of the United Nations Independent Special Commission of Inquiry for Timor-Leste’) later discredited this story.

The Australian media, however, clings to the ‘hit squad’ theory, gaining some comfort from the conviction of Alkatiri ally and former Interior Minister Rogerio Lobato for the offence of distributing police weapons to civilians. Lobato, appealing his conviction, maintains these acts were justified during a coup attempt, when the police force had disintegrated.

With coup leader Reinado still at large, but apparently no longer considered a political asset or a threat by either Xanana or the Australians, the politics of Timor Leste seem to have returned to a somewhat more ‘normal’ footing. But it is a political process badly damaged by violence, dislocation and mistrust.

Ramos Horta may still win the Presidency from Lu Olo in the second round. However this depends more on voter perceptions than on the small opposition parties’ ability to deliver ‘blocs’ of votes, as in a more class-based party system. Ramos Horta has international recognition but Lu Olo is the ‘grassroots’ candidate. Many of the epithets thrown at Mari Alkatiri - that he was arrogant and an exile during the struggle - now apply to Ramos Horta, not Lu Olo. In any case, a Ramos Horta Presidency would not be a major barrier to a Fretilin-led Government. East Timorese are used to having a figurehead, non-Fretilin President, and a Fretilin Government.

Xanana Gusmao’s descent from the Presidency to party politics is a far more uncertain path. His role in the crisis and his open anti-Fretilin hostility has damaged his own standing, as well as that of Fretilin. After his passive support for the coup, much of the army leadership will not trust him. His attempt to recreate a ‘CNRT’ coalition, using the initials of the earlier coalition which included Fretilin, is a gamble which depends upon cobbling together a number of small parties whose only common theme is opposition to Fretilin.

On the other side, Fretilin will have suffered from their apparent inability to guarantee stability and the persistent attempts to blame the government for the coup. Fretilin may not be able to regain the outright parliamentary majority it has held since 2001. On the other hand, the Presidential first round tells us Fretilin is still the major political force in the country. Its vote could still exceed 40% in the parliamentary elections. The competition would then be between a Fretilin-led coalition and a less coherent Xanana-led coalition.

Personalities apart, neither Xanana nor Ramos Horta offer much of a strategic alternative to Fretilin. Of course, both participated in many of the Fretilin-led Government’s campaigns, including those which sought to bring in new development partners (e.g. China for oil and gas and Cuba for health). Some differences have emerged. Ramos Horta has said he favours ‘greater privileges’ for foreign investors, and recently proposed a radical reduction in business taxes and tariffs. This would, however, increase government reliance on oil and gas revenues. Xanana’s one recent suggestion has been to break the controlled release of revenue from the Petroleum Fund. So the main policy departure of a Ramos Horta-Xanana-led coalition would seem to be spending up the oil wealth faster.

Fretilin, for its part, has an experienced group of Ministers, including Deputy Prime Minister Estanislau da Silva, several senior women ministers including Maria Boavida and Ana Pessoa, a strong party machine, widespead membership and has shown its skills in coalition building. Even with an absolute parliamentary majority, Fretilin recruited independent MPs, such as Health Minister (now Deputy PM) Rui Araujo, Finance Minister Fernanda Borges, Education Minister Armindo Maia, Labor Minister Arsénio Bano and Foreign Minister Jose Ramos Horta into the Government.

A Fretilin-led coalition government thus seems a more likely outcome of the coming parliamentary elections than a Xanana-led coalition. The return of Mari Alkatiri as Prime Minister is also possible. Just how the constellation of forces that deposed Alkatiri would react to this is not clear. Expectations have been raised by the intervention and anti-Fretilin push. In particular, it seems unlikely that Xanana imagines he is trading in his Presidency to become opposition leader.